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Prós e regras do marketing na área de saúde

marketing na área da saúde
Foto Visual Hunt

Tema ainda pouco explorado nos dias de hoje, o marketing na área da saúde é uma ferramenta poderosa para ajudar na captação e fidelização de clientes.

Com os inúmeros compromissos do dia a dia, muitos profissionais de saúde concentram consideravelmente o tempo no aprimoramento do conhecimento técnico e não exploram uma estratégia direta de conseguir mais clientes com aplicação de estratégias de marketing na área da saúde.

Afinal, a capacidade técnica é um  grande diferencial competitivo nesse ramo, mas também é importante apostar em outras frentes. É necessário que se entenda também sobre a área de marketing para saúde, sobre gestão, fidelização de clientela e até mesmo que se desenvolva um perfil mais empreendedor se o profissional em questão almeja ter destaque no mercado.

Conceito de marketing

De modo resumido, o marketing é uma ciência e até a arte de chamar a atenção e conquistar clientes. É ainda a maneira de criar relações lucrativas com essa clientela. O segmento de marketing abrange estudo, planejamento, produção, propaganda, logística, vendas, execução, entre outros.

Um problema que se pode perceber é que profissionais normalmente confundem o marketing com publicidade. E, por isso, é possível que se crie uma certa resistência ao explorar o potencial do marketing na área da saude como uma estratégia essencial para os negócios nos dia a dia.

Competitividade no ramo de saúde

Na atualidade, o profissional da área de saúde encara uma maior oferta de concorrentes no mercado. Essa concorrência se acirrou em todas as áreas profissionais e nem sempre de maneira positiva.

Com a overdose de informação, cada vez mais as pessoas se acham grandes entendedores de vários temas, efetuam indicação de remédios, dietas, atividades físicas e outros itens sem qualquer tipo de formação no segmento.

Blogs e sites de pessoas leigas se multiplicam a cada dia, viralizando notícias falsas ou informações incompletas que podem até colocar a vida de alguém em risco. Afinal, muita gente acha que somente pela informação estar na internet é verídica.

marketing na área da saúde
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Um estudo publicado no Canadá, em 2019, apontou que 86% das pessoas admitiram ter acreditado em ao menos uma notícia falsa. Produzido pela Ipsos em parceria com o Centro para Inovação em Governança Internacional, o levantamento ainda mostrou que as redes sociais são as principais condutoras das fake news. O Facebook é o principal canal, sendo que 77% de seus usuários alegaram ter visto uma notícia total ou parcialmente falsa.

Sendo assim, é essencial apostar em um conteúdo diferenciado, criar um site ou blog e publicar o seu material, os seus artigos e orientações relevantes para ganhar ainda mais autoridade. Além de ser uma forma de marketing na área da saúde, essa ação também serve para disponibilizar conteúdo de qualidade e elaborado por um profissional da área. 

Limites do marketing na área de saúde

Hoje em dia, as pessoas buscam mais informações sobre os profissionais antes de agendar uma consulta. Sendo assim, o marketing na saúde é um aliado importante para divulgação, tanto para chamar novos pacientes, como elevar a fidelização da clientela para que voltem a lhe procurar no futuro.

Para o médico que almeja desenvolver uma carreira de respeito, algumas questões de marketing necessitam de atenção, principalmente porque existem muitas limitações quanto a propaganda direcionada ao trabalho prestado por profissionais de saúde e atendimento em clínicas.

O assunto gera tantos questionamentos que o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou a Resolução 1.974/11, que estabelece o Manual de Publicidade Médica. Todos profissionais, independentemente da especialidade, precisam se adequar às regras definidas por esse estatuto.

A partir daí, o CFM procurou instruir a produção de conteúdo de profissionais, criar restrições, além de vetar possíveis abusos nessa temática. Dessa forma, o manual conta com uma linguagem muito direta, clara e que evita interpretações duvidosas. Afinal, o trabalho de divulgação é legal, só que com limitações bem demarcadas.

1 – Utilização da imagem de pacientes em conteúdo de divulgação

É terminante proibido o uso de imagens, mesmo autorizadas por pacientes, para exibir resultados de tratamentos ou intervenções em folders, anúncios, televisão ou na internet. É essencial salientar que as selfies não devem ser efetuadas, mesmo que sejam cada vez mais comuns nos dias de hoje.

Em eventos ou apresentação de pesquisas científicas, a utilização dessas fotos é permitida. Mas, sempre com a devida autorização prévia da pessoa em questão.

2 – Divulgação nas redes sociais

O Brasil é a nação que está mais ligada às redes sociais em toda a América Latina. Aproximadamente 88% da população utiliza YouTube, Facebook, Twitter, Instagram, Snapchat, Pinterest e Linkedin. Sendo assim, o país ultrapassou os níveis da Argentina com 83% e México com 83%. A quantia é referente a última pesquisa da Comscore, divulgada em julho de 2019.

Portanto, as redes sociais são uma excelente forma de divulgar tanto o seu conhecimento quanto o seu trabalho para pacientes. A partir de uma resolução de 2015, se tornou legal a divulgação do telefone para contato e endereço do consultório nos perfis sociais de profissionais de saúde.

Só que é indispensável tomar cuidado na elaboração dos textos para não adquirir tom sensacionalista ou indicar que o resultado do tratamento é totalmente garantido. 

Além disso, o profissional pode tirar proveito das mídias visando torná-las uma forma ágil e prática de contato com pacientes. Nesse espaço, as pessoas podem conhecer novas formas de tratamentos, esclarecer dúvidas e até efetuar agendamentos online.

3 – Divulgação de equipamentos da clínica / consultório

O investimento feito para montar uma clínica ou consultório pode ser elevado, sobretudo, se levar em conta que os aparelhos estão sendo desenvolvidos com tecnologias cada vez mais avançadas e caras.

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Depois desse investimento, o profissional pode ter o desejo de divulgar a chegada de novos e modernos equipamentos. De acordo com as instruções do CFM, o marketing para saúde pode explorar esse tipo de publicidade nos dias de hoje. Só que a propaganda não pode afirmar que o novo equipamento médico representa garantia de sucesso no procedimento.

5 – Comunicação de especialidades

O profissional pode fazer publicidade relacionada aos seus títulos de especialidades, bem como utilizar o registro no Conselho Regional de Medicina local. No entanto, exige uma restrição para esse trabalho de marketing na saúde. Isso porque a o material de divulgação somente pode conter com até duas especialidades do profissional em questão.

A partir daí, o cidadão pode escolher as duas especialidades que julgar mais interessante para divulgar no momento. Além disso, o manual da categoria também permite que o médico possa anunciar os grupos ou sociedade das quais faz parte. 

6 – Desenvolvimento de catálogo

O médico tem autorização para fazer o desenvolvimento ou participar de um catálogo. No entanto, as informações precisam ser restritas às suas especialidades. Ou seja, cada profissional deve se ater aos dados relacionados ao seu campo de atuação.

É de vital importância que alguns dados sejam englobados nesse conteúdo de saúde. De acordo com o manual, esse material necessita contar com o nome completo e o CRM do responsável técnico pelo consultório, clínica ou laboratório em questão. O objetivo dessa identificação é conceder tanto segurança quanto transparência ao seu paciente. 

7 – Uso de material no local de trabalho

Provavelmente, você já se deparou com alguns materiais para leitura à disposição em qualquer consultório ou clínica médica. De modo geral, esse conteúdo serve para que o paciente se distraia enquanto aguarda o seu respectivo atendimento.

Além disso, todo e qualquer material presente nesses espaços da área de saúde necessitam apresentar informações relevantes e referentes aos profissionais que ali trabalham.

De acordo com as normas vigentes no setor, o material no local de trabalho precisa ter o nome completo do respectivo profissional, as especialidades ou a sua área de atuação, o CRM local e ainda o seu Registro de Qualificação de Especialista (RQE).

8 – Termos proibidos

O marketing na área da saúde precisa se adequar às proibições de algumas terminologias. Nenhum trabalho de marketing em saúde pode contar com os seguintes termos:

·         O melhor;

·         O único qualificado;

·         Resultado garantido;

·         O mais eficiente ou frases semelhantes.

Isso porque essas frases são sensacionalistas e podem tipificar publicidade enganosa. Também é proibido fornecer garantia de resultados do tratamento ao paciente ou aos parentes. Mesmo que as possibilidades de sucesso sejam elevadas, cada organismo trabalha de uma maneira, assim, não dá para fazer essa garantia.

8 – Presença do profissional na publicidade

O manual da categoria também proíbe completamente a presença de profissionais no processo de divulgação de produtos, remédios, itens ou marcas comerciais, metodologias ou técnicas não reconhecidas pela comunidade científica.

Além disso, o marketing da área da saúde também não permite a divulgação de supostas técnicas exclusivas. Essa proibição também está em vigor tanto para os grupos sindicais quanto para os médicos. 

9 – Participação em entrevistas

O marketing em saude pode se beneficiar consideravelmente da participação em entrevistas para veículos de imprensa. Todavia, o objetivo precisa ser o esclarecimento de fatos para a sociedade. Na hora dessa apresentação, o profissional precisa ser anunciado com nome completo e sua respectiva especialidade.

Portanto, o profissional fica proibido de efetuar qualquer tipo de autopromoção, repassar telefone para contato ou tentar conquistar pacientes. Também não se pode ganhar dinheiro para conceder entrevistas ou lucrar de qualquer forma.

10 – Recebimento de prêmios

De acordo com os termos da resolução 1.974/11, o profissional de saúde não tem a permissão de receber qualquer tipo de prêmio, indicação ou homenagem nos moldes de “Melhor do Ano”, “Destaque do Ano” ou similares. Portanto, esse é um tipo de publicidade é totalmente irregular.

Todavia, o profissional pode muito bem  ser prestigiado através do recebimento de prêmios entregues por grupos ou entidades acadêmicas, médicas ou órgãos públicos. Nesse caso, o médico não somente pode ser indicado, bem como está livre de qualquer restrição para receber tal homenagem. 

11 – Divulgação dos valores dos serviços prestados.

Outra das proibições em vigor no território nacional para os profissionais de saúde é qualquer tipo de publicidade ou propaganda com divulgação dos preços cobrados para processos clínicos ou ainda formas de pagamento ou parcelamento.

Além disso, o profissional não pode fornecer qualquer tipo de desconto ou diminuição do preço cobrado por seus serviços como uma forma para captar e/ou fidelizar mais clientes. A postura é considerada ilegal de acordo com o manual anteriormente citado.

12 – Criação de conteúdo e blog

Nos dias de hoje, o Conselho Federal de Medicina classifica o blog como uma importante ferramenta de criação, exposição e disseminação de conteúdo científico e de qualidade. 

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Sendo assim, o médico tem a permissão para trabalhar e desenvolver conteúdo para deixar a sua página oficial sempre atualizada e com material relevante.

No entanto, o médico é terminantemente proibido de prestar qualquer tipo de consultoria aos seus parentes através dessa ferramenta virtual. 

Benefícios do marketing na área da saúde

Agora que você sabe o que não deve fazer no marketing em saude, está na hora de entender as vantagens de apostar nessa iniciativa. Isso porque os profissionais desse nicho, de modo geral, podem se beneficiar consideravelmente dessa prática. Confira alguns motivos para fazer isso, tanto para a sua prática quanto para os clientes que deseja conquistar.

Informação de qualidade

Informação de relevância e com credibilidade é essencial em qualquer área, só que dentro do campo da saúde, esse elemento é ainda mais importante. Qualquer dado pode auxiliar as pessoas a prestar atenção e ter boas práticas para melhorar a qualidade de vida. Esses alertas podem evitar problemas sérios e contribuir para a cura de muitas enfermidades.

Visto que o marketing na área de saúde se trata de estabelecer relações mais próximas com os clientes e/ou pacientes, todos que tiverem acesso a esse tipo de conteúdo tendem a estar mais propensos a cuidar bem da integridade física e mental. 

Conscientização sobre a necessidade de buscar atendimento médico

O aumento das procuras e, por consequência, da quantidade de informações sobre a saúde na rede mundial de computadores aponta uma questão positiva. As pessoas estão mais preocupadas com o seu bem-estar, de maneira geral. Só que isso também demanda atenção, pois muitas informações repassadas sobre a temática não são confiáveis e tampouco embasadas.

Além disso, há aqueles que acreditam que dar uma breve pesquisada no Google ou qualquer outro buscador pode resolver todos os seus problemas, bem como até recomendar possíveis tratamentos e medicamentos para o seu caso.

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Só que quando esse material é elaborado por profissionais devidamente capacitados, uma das primeiras exigências se refere a necessidade de agendar uma consulta para averiguar cada situação específica. Isso é de vital importância, porque ajuda a conscientizar as pessoas que não se deve utilizar automedicação ou correr riscos por não buscar atendimento médico frequente.

Conquistar mais pacientes

Se auxiliar no repasse de informação correta visando a conscientização popular já é uma excelente causa a ser abraçada pelo marketing na área da saúde, há outras vantagens nessa iniciativa. Por ampliar a visibilidade e se apresentar como autoridade por disseminar conteúdo no seu campo, o profissional vai atrair ainda mais pacientes.

Inicialmente, aqueles que já conhecem o seu conteúdo e começam a confiar na sua experiência e qualidade a ponto de se transformar em seu paciente. Por exemplo, digamos que pessoa teve contato com o seu conteúdo (via entrevista, artigo ou qualquer material produzido com a ajuda do seu conhecimento médico) pode não ter a necessidade de um profissional com a sua especialidade no momento. Mas, ela pode conhecer alguém que precise e lhe indicar. Assim, a indicação agrega valor e gera um novo cliente. 

Fidelização de paciente

Se dá para atrair novos pacientes com uma estratégia na área de marketing para saúde, provavelmente se torna ainda mais simples fidelizar as pessoa que já passaram por alguma consulta. É evidente que ser um profissional de qualidade, que zela pelas necessidades de seus pacientes, ainda se apresenta como o principal fator de fidelização.

Todavia, vale a pena apostar em tudo que esteja disponível e seja legal, não é? Com a aplicação de uma estratégia de marketing na área da saúde, por exemplo, é possível deixar os pacientes informados e em dia com os tratamentos e medicação o tempo todo. 

Como aplicar o marketing na área da saúde?

O marketing analisa o mercado, as tendências, as possibilidades e a concorrência. Isso quer dizer que todos os profissionais necessitam conhecer adequadamente quais são os seus clientes para conseguir captar mais clientes e entender como é o mercado em que se atua.

Por isso, é necessário estudar a concorrência e suas respectivas estratégias de marketing para que se possa traçar ações e fazer um trabalho ainda melhor. E dá para fazer tudo isso através do marketing para saúde nos dias de hoje e respeitando as recomendações do setor.

Canais de divulgação

Determinar os canais de comunicação para tentar o impactar o público também é fundamental, uma vez que as alternativas não faltam nos dias de hoje. Por isso, abaixo você poderá conferir uma lista com as ferramentas mais comuns.  

Email Marketing

Até os dias de hoje, o email ainda é um dos canais com melhor taxa de conversão para aqueles que apostam na publicidade para alavancar o seu negócio. Esse é um canal de divulgação adequado para a sua estratégia de marketing na área da saúde, até porque tende a oportunizar o contato até com aqueles pacientes que não contam com uma rede social. Isso porque até quem não tem rede social acaba por ter uma conta válida de email.

Rede social

De acordo com relatório divulgado em 2018 pelas empresas We are Social e Hootsuite, chamado “Digital in 2018: The Americas”, 62% da população brasileira está ativa nas redes sociais.

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O relatório também constatou que 58% já buscou por um serviço ou produto pela internet. Portanto, esse é um canal ideal para repassar o seu material e interagir com o público de modo dinâmico e direto.

Aplicativo

Na atualidade, Brasil possui dois dispositivos digitais por habitante, incluindo smartphones, computadores, notebooks e tablets. Em 2019, o País passou da casa de 420 milhões de aparelhos digitais ativos.

Foi o que revelou a 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) no primeiro semestre de 2019. Portanto, ter aplicativo próprio é algo cada vez mais habitual nos dias de hoje e recomendado para crescer o engajamento e até facilitar agendamento de consultas online.

Links patrocinados

Divulgar o seu site nas redes sociais e nos mecanismos de pesquisas não é proibido pelas restrições legais e é uma maneira de acelerar os seus resultados. Afinal, o link patrocinado é um formato de anúncio publicitário realizado na internet, sendo uma publicidade paga. Em resumo, esse é um modelo de hiperligação que aparece nos resultados de pesquisa em buscador, como o Google.

Eventos

O Conselho Federal de Medicina permite que os profissionais da área possam participar e contribuir em eventos tanto privados quanto públicos ligados ao seu campo de trabalho. Além disso, essas participações podem ser uma oportunidade para se apresentar a um novo público e ainda se fortalecer como uma autoridade dentro de sua especialidade. No entanto, a apresentação deve estar de acordo com os limites legais do setor de saúde.

Entrevistas

Vale lembrar que conceder uma entrevista para um veículo de comunicação de mídia imprensa, rádio, televisão ou site também é permitido pelas normas em vigor no território nacional. 

Essa é uma forma de apostar no marketing na área da saúde e ainda repassar alertas, ações preventivas e orientações de qualidade para a sua região. Mas, é importante ressaltar que o profissional deve se atentar ao conteúdo publicado e tomar medidas citadas anteriormente para evitar erros.

Indicadores de desempenho

Após traçar os seus objetivos e canais usados para a sua estratégia de marketing na área da saúde, o profissional terá condição de selecionar indicadores de desempenho satisfatórios. No segmento de marketing, esses indicadores recebem os termos “KPIs” e são considerados essenciais para saber o quanto do seu plano está dando certo ou não.

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A partir das informações colhidas em cada plataforma adotada, é possível estabelecer as partes do planejamento que necessitam ser aprimoradas visando atingir os resultados desejados. A sua campanha pode ter diversos indicadores. Visando, assim, levar em conta esses fatores específicos para avaliar o andamento do seu consultório, como um todo.

Agendamento de consultas online

Fornecer alguns espaços na sua agenda para que os pacientes efetuem o agendamento por meio de um site, aplicativo ou plataforma online é um diferencial competitivo útil.

Além disso, essa é uma estratégia muito simples, acessível e atual no marketing para saúde e ainda uma forma de propagar o seu nome e a sua especialidade. Esse também é um elemento relevante para o paciente na hora de escolher um profissional de saúde. 

Publicidade em saquinho de pão

A criatividade também pode ser um diferencial na sua estratégia de marketing na área da saúde. E por que não apostar em um elemento inovador nos dias de hoje? A publicidade em saquinho de pão é algo novo, acessível, sustentável e que entra facilmente na casa da maioria dos brasileiros.

A sua peça publicitária pode ser incluída no saquinho de pão da padaria do seu bairro e impactar diretamente possíveis pacientes. Uma empresa da área de saúde, a Labocliv, adotou essa inovação de marketing na área da saúde e obteve bons resultados na cidade de Santo Antônio de Jesus, na Bahia. O trabalho pode ser conferido no vídeo a seguir:

O caso da Labocliv não é isolado e tem sido multiplicado devido a atuação da Premiapão, uma companhia situada em Recife (PE), referência nesse segmento que também oferece o sistema de franquias. 

O intuito da PremiaPão é que a mensagem do seja levada para a casa do seu  público-alvo em momento descontraído e de maneira sustentável, inovadora, marcante e com valores acessíveis.  Sendo assim, a publicidade no saquinho de pão se apresenta como uma possibilidade nova e interativa de alavancar o seu negócio dentro de sua comunidade e ainda que está de acordo com as restrições de marketing para a área da saúde. 

Se você gostou das dicas deste texto, pode conferir 30 razões para investir em marketing clicando aqui