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Trabalho em equipe
Foto: FreePik
Mindset

Trabalho em equipe: como é possível agregar valor e se sentir realmente parte do time?

Segredos do trabalho em equipe: como interagir, cooperar e se destacar?

“A união faz a força”. “Duas cabeças pensam melhor do que uma”. Provavelmente, você conhece esses e tantos outros ditados que exaltam o trabalho em equipe. Entretanto, é preciso compreender que há distinção entre colaborar e cooperar.

A questão é que cada empresa possui seus próprios objetivos e atuar por um intuito maior pode gerar atritos. Portanto, trabalho em equipe exige bem mais do que somente a vontade em dividir talento, informação e ideias.

Por isso, a motivação anda lado a lado com a eficácia. E hoje em dia, esse tipo de organização em grupo faz parte da rotina da maioria das organizações. Portanto, se você deseja ter sucesso, assista a esse vídeo produzido por Raphael Mattos!

Conforme pesquisa da The Harvard Business Review, o tempo utilizado por gestores e funcionários nos projetos aumentou 50% nos últimos 20 anos. Além disso, os funcionários estão necessitando de 80% do expediente para dialogar e/ou esclarecer situações com colegas a respeito de assuntos profissionais.

Como o trabalho em equipe demanda muito tempo de convivência, é essencial, como profissionais, saber como aprimorar o rendimento do grupo. A sintonia que os colaboradores sentem no local de trabalho e os times com quem atuam erram quando a sintonia se perde.

Segundo o estudo, essa relação inicia como uma das necessidades básicas de homens e mulheres. Só que quando essas necessidades básicas não são preenchidas, as pessoas tendem a agir de maneira inapropriada. Essa questão também pode ocorrer no local de trabalho e a todos os estilos de conexão que se pretende desenvolver.

Afinal, as pessoas precisam se sentir valorizadas também no aspecto profissional. Quando essa apreciação não acontece com colegas e gestores, o trabalho se torna muito mais complexo e frustrante.

Gerando valor para a empresa

Em alguma fase da carreira, quase todo mundo vai se queixar que não é devidamente valorizado na empresa ou em determinado projeto. Reclamar de uma questão é algo normal, só que muitos profissionais conscientemente ou não, acabam por assumir uma postura de eternos sofredores. Ou seja, o conhecido complexo de vítima ou vitimismo crônico.

De modo geral, o vitimismo se refere a tendência de colocar a responsabilidade tanto por seus erros e quanto pelos seus problemas em terceiros. O problema é o seu gestor, a sua equipe, a função exercida e até o ambiente a sua volta. 

Em algumas situações, o cidadão até possui certa razão. Portanto, você pode até estar pensando em trocar de emprego, não é? Antes de tomar qualquer atitude, dê uma olhada neste vídeo e reflita sobre 5 sinais que chegou a hora de trocar de serviço!

Só que quando essa terceirização se transforma em algo recorrente, fica claro que se está utilizando do vitimismo para se proteger pelos erros que cometeu. Mas, como descobrir se você está adotando esse posicionamento no seu local de trabalho nos últimos tempos? 

Exercício vítima x protagonista

Uma forma bem simples é refletir sobre o significado dessas duas sentenças:

  1.       A minha equipe não me compreende.
  2.       Eu não sou capaz de me fazer compreender. 

Trabalho em equipe

Caso você não veja distinção entre as sentenças, leia de novo e note o peso de cada uma delas. Se você efetuou esse simples exercício, deve notar que a primeira questão tem a ver com a cessão responsabilidade de comunicação, do entendimento do que se fala à outra pessoa. A outra frase implica em assumir a responsabilidade de se fazer compreender.  

Com essa breve dinâmica, você pode começar a avaliar o papel que está ocupando no seu trabalho ultimamente. Você está executando as funções e tomando a frente como protagonista ou se eximindo de culpa como uma vítima?

Sinais do vitimismo

De acordo com a Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional (SBIE), o comportamento adotado por uma pessoa que abraça o vitimismo tem o intuito de camuflar as suas próprias falhas. Portanto, os sinais desta postura são os seguintes:

  •         Hábito de se colocar em constante comparação com os demais;
  •         Exigência pelo reconhecimento;
  •         Inveja;
  •         Preocupação com a opinião de terceiros;
  •         Distanciamento da equipe;
  •         Fuga da responsabilidade pelo receio de falhar;
  •         Sensação de incapacidade;
  •         Forte sensibilidade a críticas e questionamentos;
  •         Hábito de reclamar publicamente dos defeitos e/ou erros dos colegas.

Como se libertar do vitimismo?

O fato é que algumas ações podem auxiliar a se libertar deste complexo de vitimismo e voltar a gerar valor para a sua empresa, bem como agregar também para o trabalho em equipe.

Sem comparações!

A comparação jamais é algo totalmente positivo e tende a não ajudar nessa mudança de atitude. Sempre que ocorra essa comparação com um colega ou seu chefe, você acaba anulando as suas qualidades e talentos. Por isso, o ideal é trabalhar para aprimorar as suas potencialidades e cooperar com aqueles que estão a sua volta. Sem novas comparações.

Compreenda o seu valor

Retire o seu foco daquilo que está errado. Para voltar a ter segurança de se manifestar e chamar a responsabilidade no trabalho, é indispensável ter consciência de sua capacidade. Caso você sinta que ficou para trás em determinada área, busque por uma qualificação profissional, se atualize e se empenhe para voltar a fazer a diferença.

Assuma a responsabilidade

Quantas tarefas você deixou de fazer parte por considerar que seria incapaz? Descubra quais foram os pensamentos que restringiram a sua atuação profissionais nos últimos tempos e tente se lembrar quando essas crenças limitantes surgiram. 

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Quantas coisas você deixou de realizar por não se sentir capaz? Perceba quais foram os pensamentos que limitaram você e tente lembrar onde essas crenças limitantes nasceram e quem disse que você não era capaz.

Conforme a SBIE, a insegurança deve ser encarada somente como um modo de pensar e você pode trocá-la por uma mentalidade realizadora. A partir daí, você deve reassumir a responsabilidade sobre o seu rendimento no local de trabalho. Nos acertos, erros, improvisos e fracassos, é necessário sempre compreender e reconhecer o impacto causado por você.

Agregue valor 

Quando você já não foge mais de suas responsabilidades ou funções dentro da corporação, a tendência é sua reinserção no trabalho em equipe. Essa retomada pode tanto ocorrer de forma orgânica quanto por conta própria.

Ou seja, você volta a se colocar a disposição e dá demonstrar claras que está com disposição para agregar valor positivamente. Afinal, a vontade para resolução de problemas é altamente apreciada nos dias de hoje. Pensar e fazer de forma diferenciada é requisito essencial para ganhar protagonismo na sua área. 

Leve suas sugestões de melhoria dos processos internos

Quando você já assimilou todos os fundamentos da companhia, se torna possível até dar algumas sugestões para aperfeiçoar o funcionamento de determinados processos. Um colaborador pró-ativo e que presta atenção na maneira com que as atividades são executadas se faz notar e ainda serve para melhorar a rotina laboral de seus colegas.

1 – Avaliação do Mercado

Uma das formas de ajudar no aprimoramento é conhecendo os processos dos concorrentes e compreendendo o mercado. Os pontos fortes e fracos dos rivais no setor podem gerar o crescimento interno, proporcionando uma vantagem competitiva.

Uma das maneiras mais utilizadas de obter esses dados de forma confiável é realizar uma pesquisa sobre os preços, os prazos, os parceiros comerciais e o alcance das companhias adversárias. Além disso, é possível apurar nas redes sociais e plataformas de avaliação, como o Reclame Aqui, a reputação do seu concorrente. 

A partir daí, você reúne informações confiáveis e atualizadas das empresas do mesmo setor e pode traçar metas a curto, médio e longo prazo visando superar essa concorrência e se posicionar como referência de mercado. 

2 – Avaliação interna

Da mesma forma, analisar os pontos fortes e as vulnerabilidades internas também é essencial para que o negócio evolua. Assim, se pode abandonar métodos ultrapassados e pouco eficazes. 

(Foto: pessoas falando em reunião de trabalho)

Essa autoanálise pode ser executada ao realizar um mapeamento tanto da taxa de sucesso dos processos automatizados quanto do rendimento dos funcionários. Compreender o nível de competência, satisfação e tempo de operação é indispensável no momento de definir metas e gastos com precisão.

Por isso, é fundamental que os gestores mantenham essa porta sempre aberta para escutar e cobrar os seus funcionários. Realizar e dar continuidade a essa acompanhamento é útil para evitar desperdício de tempo, energia e capital. Algo fundamental, sobretudo, em um período de estagnação da economia nacional. 

3 – Comunicação interna

Tratando ainda do desenvolvimento interno, a integração dos departamentos apenas se torna possível com uma comunicação interna dinâmica e clara entre gestores e colaboradores. Além de proporcionar o alinhamento do trabalho em equipe, essa interação também estimula a motivação dos colaboradores.

Portanto, para alcançar bons resultados, é indispensável aplicar as melhores técnicas e contar com ferramentas adequadas de comunicação interna. Por exemplo, é possível contar tanto com inovações tecnológicas quanto com soluções amplamente conhecidas.

Por exemplo, a Intranet, a Rede Social Corporativa (RSC), Mural de Lembretes e Recados, TV ou Canal Corporativo, Email, Newsletter, Manual da Empresa, Reuniões, Videoconferência e até a tradicional Caixa de Sugestões.

4 – Tecnologia

Com a utilização da tecnologia adequada ao setor, dá para organizar todos os processos de um modo muito mais ágil e eficiente. A descoberta de novas ferramentas e plataformas sempre agrega valor ao produto ou serviço prestado. Além disso, as corporações também aprimoram as suas próprias estruturas internas.

Afinal, a tecnologia veio para colaborar com o serviço desenvolvido pelo fator humano. A inovação não apenas coopera com a administração do empreendimento, como ajuda na gestão dos dados externos a fim de criar soluções ainda melhores aos clientes e aos próprios funcionários. 

Do departamento de recursos humanos até a setor produtivo, a inserção de novas ferramentas e processos estabelece uma filosofia de evolução interna. Assim, se torna mais fácil ajustar o trabalho em equipe. Afinal, é possível monitorar os resultados de rendimento do grupo e individualmente. 

Renove seu conhecimento

De acordo com empresa especializada em recrutamento de gestores, Page Personnel, um em cada três profissionais pede demissão devido a estagnação na carreira. Conforme o estudo, 18% dos consultados declararam que se demitiram pela pausa no crescimento. Já 14% pela falta de estímulo para crescer.

Além disso, 79% declararam que já saíram de um serviço em algum momento. Ou seja, esses são dois motivos de descontentamento que estão gerando a saída de um terço dos profissionais de empreendimentos.

O levantamento apontou um problema de gestão no quesito motivação. Mas também mostrou uma falta de empenho por parte dos colaboradores para procurar novos desafios. E, por isso, acabam por não sair da zona de conforto.

Hoje em dia, o ensino a distância (EaD) se transformou em uma alternativa ágil, econômica e produtiva para se aprimorar. Entre 2015 e 2016, esse formato de qualificação ganhou 1,5 milhão de adeptos no Brasil.

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Segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), o EaD deve superar as aulas tradicionais nos próximos anos. Até 2023, o ensino a distância deve contar com 51% dos alunos contra 49% dos cursos presenciais. Mas, será que a qualidade dos cursos online ou a distância é a mesma?

De fato, o principal medo das pessoas se refere às oportunidades de trabalho. No entanto, o receio pode ser driblado ao optar por cursos regulamentados pelo Ministério da Educação e com credibilidade no mercado. A partir daí, as mensalidades baratas e autonomia são fatores que chamam atenção dos profissionais.

Há cursos gratuitos disponíveis na internet que também são extremamente úteis. Nos dias de hoje, muitas universidades renomadas oferecem essas opções para crescimento pessoal e profissional. A Universidade de São Paulo (USP) é um desses exemplos.  

Qualificação ideal

O pontapé inicial para reverter essa estagnação é encontrar a área que atenda aos seus necessidades profissionais e objetivos a curto, médio e longo prazo. Uma autoavaliação é fundamental.

Afinal, será que você conhece os seus pontos mais fortes e aqueles talentos que ainda precisam ser aprimorados? Voltar a Academia também pode oportunizar uma promoção ou readequação no local de trabalho.

O cerne é achar exatamente a qualificação que se encaixa com o seu momento profissional. Neste ponto, a pesquisa aprofundada antes de uma matrícula é fundamental. É preciso conferir a estrutura curricular, o quadro de professores, o mercado de trabalho específico e as potencialidades que serão desenvolvidas no curso.

Geralmente, essas informações são encontradas nos respectivos sites das qualificações e das instituições de ensino.   

Diga Não ao piloto automático

Conforme um estudo da Universidade de Bergen, na Noruega, e da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha Proceedings of National Academy of Sciences, determinadas tarefas laborais levam o cérebro a um modo descanso até contra a vontade da pessoa.

O estudo, publicado na revista especializada Proceedings of National Academy of Sciences, indicou que as falhas que ocorrem podem ser previstos com até 30 segundos de antecedência. Tudo a partir de uma avaliação das atividades cerebrais.

Trabalho em equipe

Sendo assim, os pesquisadores concluíram que um sistema de atenção até poderia ser desenvolvido para que o profissional ficasse mais concentrado e tomasse mais cuidado. Além disso, os estudiosos declararam que este não é um sintoma que o cérebro “desliga”. O piloto automático seria a melhor definição para esse estado.

Portanto, a ciência já comprovou que as falhas tendem se suceder com mais freqüência quando se perde a concentração. No livro “Motivação 3.0 – Os Novos Fatores Motivacionais que Buscam Tanto a Realização Pessoal quanto Profissional”, o autor  Daniel Pink aponta três fatores para driblar o piloto automático.

Como sair deste estágio mental?

Para Pink, a chance de administrar o próprio afazer, a busca pela excelência e o foco no propósito são determinantes para evitar esse problema. Portanto, a rota de saída de um estado de piloto automático em um projeto e/ou na carreira é se focar nesses três pilares e jamais se virar as costas para os profissionais a sua volta.

Afinal, o trabalho em equipe também é um aliado poderoso para que os profissionais se mantenham ativos e atentos a tudo o que está acontecendo. Permanentemente. Quando o funcionário consegue superar uma falha ou uma atuação abaixo do esperado e retomar a colaboração com seus companheiros, ele está desligando esse piloto automático.

Estar rodeado de pessoas com experiências e pensamentos diferentes do seu sempre é algo enriquecedor. O risco está em encarar essa troca constante como algo ameaçador. Não é! O distanciamento dos demais impossibilita que você persiga os pontos citados anteriormente. 

Como gerir suas tarefas, buscar a excelência e se manter concentrado deste jeito? Passar longe das distrações pode ser a resposta. Aplicativos ou softwares com gestão de tempo, listas de tarefas e até que bloqueiam determinados sites e redes sociais também são extremamente úteis. 

Desta maneira, o profissional não entra em um estágio de piloto automático e conserva atenção suficiente para interagir e cooperar com as pessoas a sua volta.

Motivação da equipe e abertura ao diálogo

Conforme uma pesquisa realizada pela consultoria 4hunter, com mais de 500 profissionais, os principais fatores do desânimo no trabalho são: remuneração aquém do esperado, clima pesado no trabalho e pouco reconhecimento. Um time frustrado resulta em conseqüências negativas para a empresa.

Sobretudo porque um funcionário sem ânimo não vai realizar com prioridade e excelência as tarefas delegadas. Tentar manter a motivação da equipe na empresa é uma das questões primordiais para que os funcionários possam ampliar a sua identificação, rendimento e preocupação com os objetivos da companhia.

Para que o funcionário nunca se sinta acomodado, é indispensável apostar na qualificação e promover diferenciais para a empresa, a qual necessita sempre visualizá-lo como fator essencial para o seu crescimento. 

Trabalho em equipe

Na prática, a motivação é uma via de mão dupla com responsabilidade tanto para o líder quanto aos seus colaboradores. Basicamente, mais um trabalho em equipe.

O gestor, por sua vez, pode tomar algumas medidas no dia a dia visando promover o trabalho em equipe. Por exemplo: organizar um plano de gerenciamento de crise, investir na comunicação interna, mostrando-se um profissional acessível para com os seus. 

Outros pontos se tratam de harmonizar os objetivos da corporação, ter acesso a uma equipe diversificada para aprimorar as metas e trabalhar em sinergia.  

Frases sobre trabalho em equipe 

Para alcançar tanto os seus objetivos quanto bater as metas corporativas, alguns exemplos podem servir de inspiração para aquele salto de qualidade. Por isso, conhecer algumas frases de trabalho em equipe pode ser útil de tempos em tempos. Está precisando de uma ajuda extra nesse momento? Então, confira alguns exemplos!

Ayrton Senna

“No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz.”

O piloto brasileiro, Ayrton Senna sempre foi um símbolo de dedicação e comprometimento com a sua carreira. Até hoje, o seu legado continua a inspirar profissionais dos mais diferentes setores e funções.

Tom Brady

Foto: Twitter Oficial Tom Brady
Foto: Twitter Oficial Tom Brady

“Se eu lançar uma bola errada ou tiver um dia ruim ou tomar uma decisão comercial ruim, ficando nesse lugar, apenas piorarei as coisas. A sabedoria é saber a diferença entre as coisas que você pode controlar e as que não pode. Hoje, se tudo correr bem, ótimo; e se não, tudo bem também, já que sempre tenho a chance de superá-los no futuro. Sempre que meu time perde um jogo, é uma oportunidade de aprender alguma coisa. Um jogo é sempre um experimento.”

Tom Brady é um dos principais jogadores de futebol americano na atualidade e quarterback titular dos Patriots há quase duas décadas. Ele liderou o seu time a cinco disputas do Super Bowl na NFL e faturou cinco títulos, a maior marca da liga na sua função.

Basicamente, ele é o cérebro e comanda as ações da sua equipe. Só que a posição demanda liderança, tomada de decisão e capacidade de mobilização de sua equipe. Afinal, é o time a frente que evita que o quarterback seja atingido pelos adversários e o controle do jogo seja perdido.

E para estar no topo a tanto tempo, Brady sabe e consegue demonstrar que todo o seu sucesso está diretamente ligado com o trabalho em equipe. É simples. Tanto no campo quanto no mundo corporativo, a confiança entre líder e liderados precisa existir para que possam avançar.

Steve Jobs

“Uma única pessoa não faz coisas incríveis no mundo dos negócios. Uma equipe sim”. 

Um dos gênios da tecnologia, Steve Jobs não deixou apenas empreendimentos, aparelhos e ferramentas para facilitar o dia a dia. O fundador da Apple também se converteu em um exemplo de obstinação e trabalho bem feito.

Michael Jordan

“O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos”.

O jogador Michael Jordan não se tornou apenas uma das lendas do basquete americano, mas colocou o seu nome na Calçada da Fama da modalidade mundialmente. 

Apesar disto, Jordan sabia a importância do trabalho em equipe e fazia questão de cobrar empenho de seus companheiros. Para ele, o esforço dos seus colegas de time exigia que treinasse, se aprimorasse e se doasse ainda mais em quadra para alcançar as vitórias e os títulos.

Barack Obama

Foto: Twitter Oficial Barack Obama
Foto: Twitter Oficial Barack Obama

“Livre-se dos bajuladores. Mantenha por perto pessoas que te avisem quando você erra”.

Barack Obama foi o primeiro afro-americano a ocupar a presidência dos Estados Unidos. Ele ocupou o cargo entre 2009 e 2017, sendo o 44º presidente do país. Além disso, ele ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2009.

Jean-Luc Godard

“O cinema não é um ofício. É uma arte. Cinema não é um trabalho de equipe. O diretor está só diante de uma página em branco.”

O diretor francês Jean-Luc Godard é um nome conhecido no mundo todo pelo estilo de cinema polêmico, provocador e vanguardista. As suas produções são características pela dinâmica, originalidade e por abordar os desafios e conflitos do século 20.

Godard sempre compreendeu que o diretor até pode ser liderar a realização de um filme. Mas não concretiza a obra de modo individual. Toda a engrenagem de produtores, atores, assistentes e outros profissionais necessita funcionar para que a história seja contada da maneira desejada.

Muhammad Ali

“O impossível não é um fato consumado. É uma opinião. Impossível não é uma afirmação. É um desafio. O impossível é algo potencial. O impossível é algo temporário. Nada é impossível”.

Muito além de um fantástico boxeador, Muhammad Ali cravou seu nome na história do esporte mundial e até foi considerado o “Esportista do Século” pela revista Sports Illustrated em 1999. Se ele dizia que nada é impossível dentro do ringue, nada impede que você vá além nos seus negócios.

Henry Ford

“Se todas as pessoas estão avançando juntas, então o sucesso se encarrega de si mesmo”.

Henry Ford revolucionou os transportes e a indústria dos Estados Unidos ao desenvolver a montagem em série. Ele foi o primeiro a conseguir produzir carros em massa, em um curto espaço de tempo e baixo custo. 

Ford também foi um grande inventor e registrou mais de 161 patentes. Mais que uma mensagem de trabalho em equipe, a ideia de colaboração de Ford ecoa até hoje e necessita ser levada em consideração.

Bernardinho

Foto: Instagram Oficial Bernardinho
Foto: Instagram Oficial Bernardinho

“Deve-se exigir mais de quem tem mais a dar. É fundamental conhecer as pessoas para motivá-las. O líder deve ser um facilitador de bons desempenhos, mas não deve buscar a popularidade.”

Jogador e treinador das seleções masculina e feminina de vôlei do Brasil. Recentemente, Bernardinho encerrou o seu ciclo à frente das equipes nacionais. Mas, ele segue como um das pessoas mais vitoriosas do esporte nacional. Por isso, vale a pena conferir o que ele tem a dizer sobre vitórias com o trabalho em equipe, no esporte, no mercado de trabalho e na vida.

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